Artigos de saúde
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Neste artigo
- Introdução
- Quais
são as indicações médicas para realizar um aborto?
- Como é feito o aborto?
- O que é aborto espontâneo?
O aborto é definido como a interrupção da gravidez antes que o feto possa sobreviver fora do útero. Popularmente, o termo aborto se refere ao término deliberado ou induzido de uma gravidez, enquanto que o término espontâneo de uma gravidez é chamado de aborto espontâneo.
Quais são as indicações médicas para realizar um aborto?
No Brasil, a lei permite o aborto em casos de estupro (até 22 semanas de gestação), risco de vida para a mãe e fetos com anencefalia.
No início da gravidez, o aborto geralmente é realizado através de dilatação e curetagem, ou utilizando aparatos de sucção. A partir do quarto mês, a curetagem não pode mais ser realizada, optando-se então pela indução do parto utilizando gel de prostaglandina.
Um aborto no princípio da gravidez, conduzido apropriadamente, é seguro e classificado como uma operação de pequeno porte, podendo ser realizado em uma clínica ou com uma hospitalização bastante breve.
Um aborto realizado por pessoa não-habilitada ou sem condições estéreis adequadas, expõe a paciente à infecção, hemorragia, infertilidade futura ou mesmo morte.
É o término acidental de uma gravidez com menos de 20 semanas de gestação. A causa mais comum é um defeito no embrião ou feto que impede seu desenvolvimento natural. O defeito pode ser hereditário, causado pela exposição da mãe a certos medicamentos ou radiação, ou resultar de doenças infecciosas.
O primeiro sintoma de um aborto espontâneo é sangramento vaginal. Isto requer atenção médica imediata. Um feto nascido após cerca de 20 semanas de gestação é chamado natimorto (se nascido morto) ou prematuro (se nascido vivo).
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